Exposições EnREDadas

Exposições EnREDadas

Não sejas o leão, nem a presa.

  • Convidamo-vos a visitar a Exposição nº24 do Projeto internacional “Exposições EnREDadas” cujo tema é “Arte e Justiça Social”. Este projeto foi criado pela Universidade Autónoma de Madrid para celebrar a V Semana da Educação Artística da UNESCO e realiza-se em simultâneo em 37 cidades de 14 países.A exposição portuguesa, que tem por título “Não sejas o leão, nem a presa”, relaciona-se com a prevenção  da violência entre os pares. Decorre de 16 de maio a 30 de junho na Biblioteca do INETE e na Leituria.Temos o prazer de apresentar obras de autores de várias regiões de Espanha, do Uruguai, Argentina e Grécia, nomeadamente:
  • “Receio”,  de Alfonso Infantes Delgado, Jaén, Espanha
  • “Má Sombra”, de Ángeles Saura, Madrid, Espanha
  • “No Lugar do Outro”,  de Ana Hernández Revuelta, Madrid, Espanha
  • “Não”,  de Carlos Alvarez Cuenllas, León, Espanha
  • “Escutas Emergências”,  de Carlos Torrado Lois, Montevideo, Uruguai
  • “Dois Mundos”, de Carmen Molina Mercado, Jaén, Espanha
  • “A valorização das capacidades, frente à intimidação”, de Juan Ramón Fernández Puñal, Jaén, Espanha
  • “Não Sou de Pedra”, de Marcos Vence Ruibal, Santiago de Compostela, Galiza, Espanha
  • “O Abraço”, de Maria Sourgiadaki, Ierapetra, Grécia
  • “Nem leão nem presa”, de Monica Montero Parcero, Santiago de Compostela, Galiza, Espanha
  • “Brinde contra a intimidação”, de Montserrat Ansótegui Rodríguez, La Rioja, Espanha
  • “Os predadores… vão direito ao que queres… Resiste!”, de Raúl Albanece, Gualeguaychú, Argentin

A exposição conta com o apoio da Comissão Nacional da UNESCO Portugal, da Câmara Municipal de Lisboa e da Junta de Freguesia de Arroios.

Veja aqui o vídeo realizado por alunos do INETE sobre o tema.


“Não sejas o leão nem a presa” Lisboa, Portugal.

Lugar de exposição real: CDMediateca do INETE.

Datas da exposição real: 16 de maio a 30 de junho.

Consulte aqui o Catálogo Digital sobre a exposição.

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Exposição Virtual

Alfonso Infantes Delgado, Jaén, Espanha

“Receio”

Também somos leão com a desconfiança, com a segregação, com a rejeição ao outro, ao que é diferente.

Ana Hernández Revuelta, Madrid, Espanha

“No Lugar do Outro”

Trata-se de uma fotografia que representa um homem dentro da cabeça de outro, para mostrar a ideia de empatia ou “pôr-se no lugar do outro”. Desta forma, quando alguém se põe no lugar daquele que possa estar ser vítima, entenderá que pode ajudar e não ser apenas uma testemunha silenciosa.

Ángeles Saura, Madrid, Espanha

“Má Sombra” 

Sombra da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Ninguém deveria ser sujeito a torturas e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes.

Carlos Alvarez Cuenllas, León, Espanha

“Não”

A fotografia mostra 2 jovens entre os quais existe um fluxo circular visível a nível plástico. Representa a informação de retorno produzida entre eles, que estimula as novas respostas e comportamentos de cada um. Os membros do grupo interagem e tendem a encontrar maneiras de pensar tolerantes ou intransigentes, marcando a tendência a seguir para ser aceite.

Carlos Torrado Lois, Montevideo, Uruguai

“Escutas Emergências”

“Escutas Emergências” é uma obra do projeto pedagógico “Direitos e Responsabilidades” que sobrepõe linguagens e espaços expressivos que permitem trabalhar em atividades multiexpressivas / multilinguagens e de forma interdisciplinar mediante a participação de profissionais da linguagem corporal, audiovisual, terapeutas e psicólogos preocupados com a violência doméstica, a igualdade de género e a promoção de direitos. Confrontados com a necessidade de prevenir, denunciar e visualizar a violência de género, propomos a “Escutas emergências” como um espaço de contenção perante estes abusos.

Carmen Molina Mercado, Jaén, Espanha

“Dois Mundos”

Dois mundos: um rico e outro pobre. E não é por casualidade. O bem-estar de um passa pelo empobreci-mento do outro. Pode-se chamar perseguição? Sem dúvida que é. Já o era desde o início da Humanidade, seja através do roubo, apropriação, conquista, imperialismo… E além disso, ainda nos deslumbramos e disfarçamo-lo com a nossa publicidade, com os nossos direitos, com o nosso consumismo. Sim, claro que existem leões. E é difícil acabar com eles.

Marcos Vence Ruibal, Santiago de Compostela, Galiza, Espanha

“Não Sou de Pedra”

“Vamos à escola para aprender, para criar, para socializar… Não vamos para fazer dano, nem para destruir pessoas, nem para nos sentirmos superiores aos demais. Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. Eu não sou de pedra. E tu também não.” 

Juan Ramón Fernández Puñal, Jaén, Espanha

“A valorização das capacidades, frente ao assédio/perseguição: Uma sociedade melhor é aquela que não exclui nenhum dos seus membros”

O artista Puñal trabalha há 5 anos num espaço de formação, experimentação e Inclusão, onde junta pessoas com deficiência e artes plásticas, num autêntico “Laboratório de experiências criativas”. Este projeto pretende que a arte seja inclusiva, democrática e acessível a todas as pessoas com ou sem deficiência.

      

Não só destinada a espectadores/as, mas também a participantes ativos/as e outros artistas plásticos, onde se conceptualiza um mundo mais real e plural, onde se observem as capacidades de cada um/a. 

É através da formação de um grupo de trabalho forte e comprometido, onde todos estamos incluídos e fazemos parte na conclusão dos objetivos marcados, que se consegue o melhor antídoto para a perseguição/assédio.

Monica Montero Parcero, Santiago de Compostela, Galiza, Espanha

“Nem leão nem presa” 

Com uma estética naíf, mas também deformante (expressionista), esta pequena peça simboliza o conflito entre os dois principais protagonistas de situações de violência escolar : agressor e vítima, leão e presa.

      

A aparente ingenuidade na representação destes dois agentes destina-se a um público específico: meninos e meninas. À primeira vista parecem ser fantoches, mario-netas de um conto infantil mas, se nos fixarmos com atenção, o conto já não é assim tão ingénuo e converte-se num conto de medo. Aqui a expressão terrorífica do agressor (com os dentes afiados, o cabelo espicaçado de forma agressiva, o sangue a pingar) contrasta violenta-mente com a inocência e a indefesa da vítima.

      

Infelizmente isto não é um conto, mas antes a realidade quotidiana de muitos meninos e meninas em idade escolar. Por isso, todos os meios são necessários para evidenciar este tipo de conflitos e encontrar-lhe soluções. É aqui que a linguagem plástica também pode ajudar a tomar consciência deste gravíssimo problema.

Maria Sourgiadaki, Ierapetra, Grécia

“O Abraço” 

Parece que o amor é a solução!

Montserrat Ansótegui Rodríguez, La Rioja, Espanha

“Brinde contra a intimidação” 

Não à Intimidação, Não à Violência, Prevenção, Educação, Arte, Sociedade, Justiça, Diversidade, Culturas, Pensamento, Processo, Criatividade, Comunicação, Multidisciplinar, Visual, Intercultural, Olhar, Palavra, Procura, Adaptação, Envolvidas, Compreensão, Beleza, Contexto, Positivo, Mudança, Interação, Intercâmbio, Entendimento, Expressividade, Respeito, Reflexão, Vivência, Participação.

Raúl Albanece, Gualeguaychú, Argentina

“Os predadores… vão direito ao que queres… Resiste!” 

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